. Outubro 2011 -Posts - Massa Monetária
 
 

Outubro 2011 -Posts

31 Out 2011 19:16
Colocado por: Pedro Romano
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Um complemento à tragédia grega em pequenos passos . A maior tragédia pode não ser o nível em que a taxa de desemprego se situou em Junho, mas a tendência que desenhou nos primeiros meses de 2010, e que até...

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31 Out 2011 12:35
Colocado por: Pedro Romano
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O presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, encontra-se em 2011 onde Volcker se encontrava em 1979: perante uma economia a desfazer-se e com as armas habituais (quase) completamente inutilizadas. A comparação é feita hoje no New York Times por Christina Romer, que defende uma nova abordagem à política monetária: trocar o "inflation targeting" por um "Nominal GDP targeting". Ben Bernanke needs a Volcker moment, no NYT. Além disso, também estamos a ler:

 

2. More Thoughts on weaponized keynesianism, por Paul Krugman. O académico de Princeton discute a velha questão keynesiana: será que encher e tapar buracos é mesmo bom para a economia? E o raciocínio aplica-se às despesas militares? (no The Conscience of a Liberal)

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28 Out 2011 17:00
Colocado por: Pedro Romano
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O "game changer" que o FMI propôs (descida da TSU) foi substituído por uma medida de efeitos mais limitados (mais meia hora de trabalho por dia). A justificação oficial de Vítor Gaspar, elaborada em entrevista recente ao Negócios, é que "a medida (...) é particularmente importante para os sectores da indústria transformadora, para exportadoras, para actividades que, em Portugal, se possam expandir, neste período, porque podem responder à procura externa". Mas os resultados do inquérito de conjuntura publicado ontem pelo INE parecem dar razão aos que se têm mostrado cépticos em relação à medida.

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28 Out 2011 12:19
Colocado por: Rui Peres Jorge
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A Cimeira deste semana evitou que a bomba que pendia sobre a Zona Euro explodisse nos próximos dias e isso é uma vitória. Mas à medida que as horas passam sobre os resultados anunciados na madrugada de quinta-feira, fica cada vez mais claro que estamos muito longe de uma solução credível de médio longo prazo para a crise europeia. Richard Baldwin, no Vox, faz uma análise aos pontos fortes (reestruturação grega, sinal de empenho no reforço do capital dos bancos e uma maior capacidade do FEEF de dar cobertura politica à actuação do BCE) e fracos (demasiada pressão sobre os bancos o que forçará um choque de crédito e austeridade acrescida Itália e Espanha - ambas conduzirão a uma recessão maior) do pacote apresentado esta semana. Em síntese, diz Baldwin, os líderes europeus evitaram que a bomba explodisse, mas abriram caminho a uma recessão de grandes dimensões em 2012. Para Portugal isto significa que, muito possivelmente, o risco de reestruturação aumentou - uma possibilidade admitida por vários economistas ouvidos pelo Negócios. Além disto, estamos também a ler:   

 

1. Vamos ter mais cimeiras em breve, diz a The Economist

 

2. Os líderes estão a decidir em torres de marfim e o BCE tem de ser chamado, escreveu De Grauwe ainda antes da cimeira (VOX)

 

3. O sistema de seguro sobre risco de incumprimento não vai funcionar, avisa Gros (VOX)

 

4. Mais do mesmo, lamenta Guido Tabellini (VOX)

 

5. "Um copo meio cheio" de Guntram Wolf é uma das análises mais optimistas à Cimeira (Bruegel)

 

6. Nuno Teles defende que foi um "péssimo acordo" (Ladrões de Bicicletas)

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26 Out 2011 19:25
Colocado por: Catarina Almeida Pereira
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A pergunta da oposição era sobre o aumento do horário de trabalho em meia hora por dia para o sector privado. Quando vai vigorar? "Depende obviamente do período de assistência", respondeu o ministro. 

 

 

 

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26 Out 2011 15:07
Colocado por: Rui Peres Jorge
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A afirmação de Passos Coelho parece mais de um economista (ver mais abaixo) do que de um primeiro-ministro. Mas este é o reflexo do plano de ajustamento que está a ser posto em curso e nisso Passos Coelho merece crédito pela frontalidade.

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26 Out 2011 14:00
Colocado por: Rui Peres Jorge
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O Governo justificou o corte salarial no Estado com um estudo do Banco de Portugal que estima que os funcionários públicos ganham, em média, mais 15% que os trabalhadores no sector privado, já levando em consideração o nível de formação médio e as funções desempenhadas. É verdade? É. Mas o trabalho do Banco de Portugal não cauciona de forma alguma (este tipo de) corte salarial. Porquê? Porque a a distribuição salarial no Estado é muito heterogénea: com as reduções salariais de 2011 e 2012 os licenciados em Economia, por exemplo, ficarão a ganhar, em média, menos 50% no Estado do que no sector privado. Os juristas idem. Isto porque algumas das profissões centrais para a boa condução da Administração Pública (dirigentes incluindos) experimentavam, ainda antes dos cortes, prémios salariais negativos face ao sector privado que ultrapassam os 20%. 

 

Este é um daqueles casos que lembram, por um lado, o anedotário popular sobre médias como medida de distribuição de rendimento, e por outro, o famoso provérbio "com a verdade me enganas".

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25 Out 2011 12:59
Colocado por: Pedro Romano
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Dean Baker analisa o mandato de Jean-Claude Trichet à frente do BCE e "arrasa" com a prestação do francês. Para Baker, só uma avaliação muito restrita (inflação) permite dar boa nota ao homem que conduziu o euro durante grande parte da década anterior. De resto, Trichet limitou-se a ver a economia europeia afundar, sem "alertar" para as bolhas na habitação espanhola e irlandesa (no Guardian). Além disto, também estamos a ler:

 

1. Cristina Kirchner's Choice , por Roberto Guareschi. Uma análise da vitória da líder argentina e do que significam as suas políticas económicas para o futuro do país sul-americano (no Project Syndicate).

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25 Out 2011 8:30
Colocado por: Pedro Romano
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Ou, se as há, não é fácil descobri-las. Esta é, pelo menos, a primeira leitura a fazer do Orçamento do Estado de 2012, apresentado na semana passada ao Parlamento. O Governo tinha anunciado durante a campanha que queria colocar a "máquina" do Estado a gastar menos, mas o OE, que detalha as medidas já conhecidas e revela um conjunto de medidas adicionais, parece apontar numa direcção bem diferente.  

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24 Out 2011 12:14
Colocado por: Pedro Romano
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A Islândia, que tem tentado "driblar" a crise através da desvalorização da moeda, volta a ser tema de destaque no blogue de Krugman. O economista volta à carga e defende que ter moeda própria é uma forma muito mais eficaz - e menos dolorosa - de restabelecer o equilíbrio de uma economia sobrevalorizada. Why not the worst, por Paul Krugman (The Conscience of a Liberal). Também estamos a ler:

 

Crime, unemployment and peer effects, por Chris Dillow. Um post acerca da razão pela qual o crime não tem subido tanto quanto seria de esperar tendo em conta o desemprego, e um alerta para o futuro (Stumbling and Mumbling)

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24 Out 2011 10:51
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Os líderes europeus reuniram no fim de semana sem chegarem a conclusões ou soluções. A tarefa não é fácil, seja na recapitalização da banca, seja na solução a dar à situação grega. As dificuldades são bem conhecidas, as sensibilidades nacionais também, e os impasses do fim de semana podem ser lidos, por exemplo, na Bloomberg e no El Pais. Os estrategas da Stratfor simplificam os riscos que a Europa enfrenta na crise grega ...

 

   

Fonte: Stratfor, Global Inteligence

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21 Out 2011 15:54
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Num post anterior demos conta do contributo relativo que famílias, Estado e empresas vão oferecer para a redução do défice público no próximo ano sublinhando que "os patrões, que contribuem com 8% para a consolidação orçamental, parecem agora querer puxar a si, o que o Governo não puxou ao Estado, ficando para as suas contas com o dinheiro que não foi exigido para a consolidação orçamental" através de reduções salariais. Ora esse parece ser mesmo o desejo do Governo. Mas porquê?

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19 Out 2011 20:45
Colocado por: Rui Peres Jorge
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O secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, parece ter enviado ontem um recado à EDP e a António Mexia, avisando que em tempos de crise as empresas também têm de partilhar os sacrificios com os cidadãos: "Conceitos como sustentabilidade e a responsabilidade social não podem ser reduzidos à visibilidade das marcas e a vitrinas de troféus empresariais", afirmou.

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19 Out 2011 12:07
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Apesar da situação de emergência nacional descrita por Pedro Passos Coelho na missiva ao País, o Executivo dividiu os portugueses e poupou os subsídios de Natal e de férias aos trabalhadores do sector privado (uma opção que Cavaco Silva pode estar a condicionar). Os patrões, que contribuem com 8% para a consolidação orçamental, parecem agora querer puxar a si, o que o Governo não puxou ao Estado, ficando para as suas contas com o dinheiro que não foi exigido para a consolidação orçamental. 

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17 Out 2011 17:58
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Silva Lopes e Jacinto Nunes não têm dúvidas: o actual pacote de austeridade é muito mais forte que os aplicados nas anteriores intervenções do FMI. A justificar em parte a violência das medidas deste ano está a perda da moeda e da política monetária, diz Silva Lopes.

 

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17 Out 2011 8:00
Colocado por: Pedro Romano
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O primeiro-ministro, Passos Coelho, justificou o corte salarial da função pública (até dois dos 14 salários para quem ganha mais de 1000€ mensais) com o cada vez mais célebre estudo do Banco de Portugal Wages and Incentives in the portuguese public sector. O estudo mostra que, em 2005, os funcionários públicos ganhavam, em média, mais 17% do que os trabalhadores do sector privado. Este valor refere-se ao "wage gap" depois de controladas as características dos trabalhadores (escolaridade e qualificações). Quando se leva em conta as horas trabalhadas, o prémio passa para mais de 25%. Não são levadas em conta outras características do trabalho, como a facilidade de progressão ou estabilidade de emprego.

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16 Out 2011 15:35
Colocado por: Elisabete Miranda
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O sector da restauração tem sido um dos mais activos na contestação ao aumento do IVA que provavelmente se avizinha, tendo conseguido arrematar para o seu lado pesos-pesados da opinião pública como Marcelo Rebelo de Sousa. Contudo, a julgar pelos números, a amplitude do protesto é inversamente proporcional às obrigações tributárias que, no seu conjunto, cumprem. Senão vejamos.

 

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14 Out 2011 18:20
Colocado por: Bruno Simões
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Somos suspeitos, é certo, mas nós também achamos que, sem "massa monetária" o mundo da economia não seria o mesmo. Agradecemos a confiança de Jardim, mas recusamos qualquer ambição em evitar recessões. Ficamo-nos por alguns contributos de reflexão, que aliás já foram dedicados à Madeira de Alberto João, nomeadamente às suas contas orçamentais e aos desafios que enfrenta depois do "boom".

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14 Out 2011 15:03
Colocado por: Rui Peres Jorge
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As medidas de contenção de despesa e os seus efeitos quantitativos serão conhecidos ao longo do tempo, ao longo do processo, sendo que uma ideia clara de conjunto será conhecida com o documento de estratégia orçamental

 

Vítor Gaspar, 4 de Agosto 

 

No final de Agosto, o ministério das Finanças publicou um documento central na estratégia orçamental do Governo, a que chamou documento de estratégia orçamental (DEO), o qual beneficiou dos conselhos e da aprovação da troika. Aí o Governo estabeleceu o rumo da política orçamental nos próximos anos. Uma das partes mais relevantes, pela proximidade temporal, foi a descrição da natureza da derrapagem orçamental este ano, assim como as medidas (extraordinárias) que seriam tomadas para a compensar, e as medidas (de natureza estrutural) que seriam adoptadas em 2012. 

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13 Out 2011 15:03
Colocado por: Rui Peres Jorge
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A inflação disparou para 3,6% em Setembro. José Miguel Moreira, do Montepio, analisa os dados divulgados pelo INE e dá conta do que se está a passar com os preços em Portugal. Por um lado, os transportes mantêm-se como a classe que mais puxa pela inflação (mais 9% em termos homólogos em Setembro). Já os preços do vestuário e calçado dispararam mais de 20% entre Agosto e Setembro - mas ainda assim mantêm-se mais baixos que em 2010. Bárbara Marques, do Millennium bcp, realça que o aumento de preços do vestuário e calçado é em parte explicado por alterações metodológias e relembra que as prespectivas para a evolução de preços em 2012 depende em grande medida das opções do OE 2012. 

 

Nota do editor: No "Reacção dos Economistas" pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium BCP, BPI e NECEP (Universidade Católica), isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da "matéria-prima" com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor. 

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13 Out 2011 12:48
Colocado por: Pedro Romano
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David Glasner explica em que consiste o contributo do Nobel Thomas Sargent para a Teoria Económica. Uma explicação simples e intuitiva da ligação entre os seus trabalhos e as célebres Expectativas Racionais, que já tinham valido o prémio a Robert Lucas (no Uneasy Money). Além disso, também estamos a ler:

 

1. Os contributos do outro Nobel, Sims, por Mark Thoma (I e II). A explicação é bastante mais técnica do que a anterior (no Economist's View).

 

2. Desemprego em massa para durar. Chris Dillow explica por que é que o debate no Reino Unido acerca de como baixar o desemprego é, em larga medida estéril. Com algumas contas simples, é possível chegar à conclusão de que o desemprego elevado só será reduzido se o Reino Unido conseguir crescer a 3,7% (no Stumbing and Mumbling).

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12 Out 2011 14:58
Colocado por: Rui Peres Jorge
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"A situação da saúde da Grécia é preocupante. Lembra-nos que, num esforço para financiar as suas dívidas, as pessoas comuns estão a pagar o preço último: perder acesso a serviços de prevenção e cuidados, enfrentar riscos mais elevados de HIV e de doenças sexualmente transmissíveis, e nos pior casos, perder as suas vidas. Mais atenção à Saúde e ao acesso à Saúde é necessário para garantir que a crise grega não mina aquele que é o recurso último da riqueza do país - as suas pessoas". Esta é a conclusão de cinco investigadores num estudo publicado na revista Lancet (agradecimento a Mapari no Economia e Finanças) esta semana com o título: "Health effects of financial crisis: omens of a Greek tragedy". Entre os impactos da crise na Saúde estão aumentos significativos de homícidios, suicídos, infecções de HIV.

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12 Out 2011 13:55
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Robert Frank, da Universidade de Cornell, acabou de publicar um livro de ataque às lógicas liberais na economia, a que chamou "A economia Darwin". "Daqui a cem anos os economistas irão considerar que o fundador intelectual da sua disciplina é Charles Darwin e não Adam Smith", afirmou o economista no livro, citado pelo Real Time Economics. A questão central em análise é saber se a escolha individual é a melhor forma de optimizar o bem estar da sociedade ou se, pelo contrário, a busca da satisfação individual pode acabar por deixar todos pior, abrinco caminho à coordenação da acção. Este tema é já bem conhecido na economia mas, segundo o blogue do Wall Stret Journal, para Frank, o problema não deve ser visto como uma possível falha de mercado, mas antes como uma falhar estrutural do liberalismo. Além disso estamos ainda a ler:

 

2. A empresa do Roubini nunca teve lucros e estará à venda (CNBC)

 

3. A Grécia não volta a crescer antes de 2013, diz a troika (BCE)

 

4. Empréstimo da troika passa a maturidade de 12,5 anos e juros mais baixos (The Portuguese Economy)

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11 Out 2011 20:08
Colocado por: Pedro Romano
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O "default" da Grécia, Irlanda, Portugal, Itália e Espanha está cada vez mais próximo. Graças à Reuters, agora está à distância de um clique. Basta consultar uma nova aplicação...

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10 Out 2011 18:18
Colocado por: Rui Peres Jorge
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O indicador avançado da OCDE dá conta de um agravar das condições económicas em Portugal e, talvez mais importante, também nas restantes economias avançadas. Bárbara Marques, do Millennium bcp, explica este indicador que procura antecipar o andamento da actividade económica nos próximos seis a nove meses. 

  

Nota do editor: No "Reacção dos Economistas" pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium BCP, BPI e NECEP (Universidade Católica), isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da "matéria-prima" com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor. 

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10 Out 2011 18:04
Colocado por: Rui Peres Jorge
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O défice externo está em forte correcção. Gonçalo Pascoal, do Millennium bcp, explica as dinâmicas das importações e exportações e defende que a correcção em curso, apesar de dolorosa do ponto de vista interno, é essencial para reequilibrar a economia. José Miguel Moreira, do Montepio, antecipa um contributo positivo do sector externo para o crescimento do terceiro trimestre. 

 

Nota do editor: No "Reacção dos Economistas" pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium BCP, BPI e NECEP (Universidade Católica), isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da "matéria-prima" com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor. 

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10 Out 2011 15:38
Colocado por: Rui Peres Jorge
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A Madeira enfrentará em breve um duro programa de ajustamento económico, como lembra Pedro Passos Coelho. Mas, mais preocupante para os madeirenses que a austeridade que aí vem é a perspectiva de inviabilidade económica do seu arquipélago cujo modelo de desenvolvimento apresenta sinais evidentes de esgotamento. Turismo e construção, os dois motores de crescimento da região estão – e tudo indica que vão continuar – em declínio, uma tendência que Alberto João Jardim falhou em contrariar, e para qual não se conhece uma estratégia de combate convincente. Um programa de ajustamento tem de levar este desafio em conta.

 

É habitual ouvir que não houve uma bolha imobiliária em Portugal. Mas isso não é bem verdade. Na Madeira, uma parte importante do dinamismo das últimas décadas dependeu do sector da construção – de túneis como habitualmente se vinca, mas também de equipamentos e habitação sociais (e alguma habitação privada). Uma análise às vendas de cimento em Portugal e na Madeira são esclarecedoras:

 

 

Índice de vendas de cimento (1991=100)

 

Fonte: INE, Direcção Regional de Estatística, Negócios  (No caso da Madeira, o índice foi construído a partir da série de vendas de cimento da Direcção Regional de Estatística; no caso de Portugal o índice é apenas uma transformação do índice divulgado pelo Banco de Portugal)

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10 Out 2011 12:13
Colocado por: Pedro Romano
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Já há Nobel da Economia. Os laureados deste ano são Thomas Sargent e Christopher Sims, pela "pesquisa empírica no domínio da causa e efeito na macroeconomia". Vale a pena reler esta longa entrevista dada por Sargent há pouco mais de cinco anos, em que o economista fala da sua investigação. Aviso: a entrevista, de 27 páginas, é um pouco técnica. Além disso, também estamos a ler:

 

2. Paul Krugman fala sobre o "eterno" problema dos modelos económicos. IS-LMentary é uma explicação do modelo mais simples de análise macroeconómica (The Conscience of a Liberal)

 

3. A importância de Wall Street para a criação de Sillicon Valley's. Não é assim tanta, diz alguém que já lá trabalhou: James Kwak (Baseline Scenario).

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7 Out 2011 14:46
Colocado por: Rui Peres Jorge
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O Nobel da Economia será conhecido na segunda feira, e como habitualmente as previsões e apostas já se multiplicam. Pedro Pita Barros aposta em Ken Rogoff ou Jordi Gali e liga-nos às previsões da Reuters e à opinião no Mostly Economics. Além disto, estamos também a ler:

 

2. Krugman defende o Sul da Europa de ataque de Greenspan (Conscience of a Liberal)

 

3. Recapitalização dos bancos na agenda da Cimeira Europeia de 17 e 18 (Negócios)

 

4. Várias formas de medir a receita fiscal e como estas podem iludir (Ladrões de Bicicletas)

 

5. Eslováquia: o último resistente ao alargamento do Fundo Europeu (Washington Post)

 

6. Deixem-me rir, diz Anunes sobre o corte de ratings dos bancos portugueses pela Moody's (SEDES)

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6 Out 2011 18:20
Colocado por: Editor
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O BCE manteve juros e recuperou medidas não convencionais de política monetária. Rui Bernardes Serra e José Miguel Moreira, do Montepio explicam as vantagens deste arsenal que tem sido utilizado na crise.

 

Nota do editor: No "Reacção dos Economistas" pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium BCP, BPI e NECEP (Universidade Católica), isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da "matéria-prima" com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor. 

 

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6 Out 2011 17:59
Colocado por: Editor
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O Banco de Portugal espera uma contracção do PIB de 1,9% este ano e de 2,2% para 2012. Rui Bernardes Serra e José Miguel Moreira, do Montepio defendem que o banco central excessivamente pessista sobre 2011, arriscando o contrário em relação a 2012.    

 

Nota do editor: No "Reacção dos Economistas" pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium BCP, BPI e NECEP (Universidade Católica), isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da "matéria-prima" com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor. 

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4 Out 2011 15:20
Colocado por: António Larguesa
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Esta é a justificação de Ricardo Pedrosa Gomes, presidente da Federação Portuguesa das Indústrias de Construção e Obras Públicas – um dos sectores que reclama mais dívidas em atraso por parte do Estado – para a ausência de qualquer empresa privada da lista de credores do Estado em 2011.

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4 Out 2011 10:26
Colocado por: Pedro Romano
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Durante os últimos anos gerou-se um debate acerca de qual défice deveria ser a prioridade política do Governo: o défice orçamental, que foi reduzido pouco a pouco mas que se manteve persistentemente acima do valor estabelecido pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC); ou o défice externo, que atingiu valores estratosféricos - chegar aos 10% tornou-se comum - mas que foi recorrentemente desvalorizado pelos partidários da "doutrina Constâncio", segundo a qual os saldos externos não têm importância no contexto de uma União Monetária.

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3 Out 2011 16:59
Colocado por: Pedro Romano
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12,6% . É esta a redução do Produto Interno Bruto grego entre 2007 e 2012, caso se confirmem as previsões macroeconómicas do Governo de Atenas. Seja qual for a definição - quebra do PIB superior a 10% ou...

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  • Frente a Frente

     

    Deve Portugal reestruturar a sua dívida pública?

     

    Acabou o Frente-a-Frente: os leitores do Negócios dividiram-se pela metade: entre os 1143 votos, 50,5% foram favoráveis à reestruturação defendida por Ricardo Cabral, e 49,5% opuseram-se a tal solução, alinhando com Pedro Rodrigues.
     

    Só no massa monetária, os argumentos foram consultados mais de duas mil vezes, e entre blogue e edição online os leitores ofereceram quase cinco dezenas de comentários. O Massa Monetária agradece aos convidados e a todos os leitores o empenho e os contributos para o debate e a reflexão.

     

    Até breve num outro Frente-a-Frente

 

Caderno de Encargos

O “massa monetária” é um espaço de análise de Economia e políticas públicas. Esta é mais uma porta de relacionamento com os nossos leitores, a qual será construída de reflexões e comentários dos jornalistas da casa e da comunidade Negócios. Todos são bem vindos ao debate construtivo.

 

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