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Dezembro 2011 -Posts

30 Dez 2011 15:46
Colocado por: Manuel Esteves
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Nesta época do ano, é habitual desejarem-se boas entradas no novo ano. Mas, no actual contexto, é mais avisado e oportuno desejarem-se boas saídas.

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29 Dez 2011 19:27
Colocado por: Pedro Romano
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Não é que seja incomum ver economistas em desacordo, mas às vezes o choque de opiniões ganha contornos caricatos - até para uma ciência que ganhou no século XIX o epíteto pouco abonatório de "dismal science" (a "ciência sombria", numa tradução livre).

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27 Dez 2011 8:17
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Rua de Paris com iluminações de Natal Fonte: Fabrice Dimier/Bloomberg 

 

Até 30% e uma média de 10 mil milhões de euros por ano será o valor financeiro do desperdício, só nos EUA, das prendas oferecidas no Natal. Acreditando em resultados publicados já no inicio dos anos 90, "o Pai Natal desperdiça muito dinheiro". Como? Através das volumosas perdas que podem resultar das trocas de prendas em época natalícia. Sendo mais preciso, do desperdício resultante de muitos presentes serem pouco valorizados por quem os recebe. E quem já não recebeu (vários) presentes inúteis?  

 

Pedro Rodrigues no 10envolver já referiu o artigo seminal sobre o "peso morto do Natal" (carga excedente, no termo económico) publicado em 1993 por Joel Waldfogel: o economista diz que o facto de muitas prendas não serem valorizadas por quem as recebe ao preço pago por quem as comprou significa que há um desperdício que pode variar entre 10% e 33% do valor gasto em presentes (mais recentemente Waldfogel coloca este desperdício nos 16% ou 10 mil milhões de dólares por ano). 

 

Os resultados têm alimentado debate, artigos em jornais e críticas na comunidade académica. Em Dezembro de 1998 (John List e Jason Shogren também na American Economic Review) analisam resultados conflituantes com os de Waldfogel, para lhe dar razão sobre a existência de um desperdício nas prendas, embora de menor dimensão. E em Março de 2000, também na AER Bradley Ruffle e Orit Tykocinsky dedicam-se às complexas questões metodológicas associadas a estes estudos. Para quem quiser ter a certeza que não contribui para despredicios, o mais simples, pelo menos para as pessoas que não conhece, será oferecer dinheiro. Além disto, estamos também a ler:

  

2. Krugman explica a Lucas a equivalência ricardiana (The Conscience of a Liberal)

 

3. E Stephen Williamson explica porque Krugman está errado nas críticas a Lucas (Stephen Williamson)

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22 Dez 2011 17:06
Colocado por: Bruno Simões
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Créditos: Andrew Harrer/Bloomberg

 

Enquanto recebia o seu doutoramento “honoris causa” no ISCSP, ao final da tarde de ontem e com várias figuras importantes – como Passos Coelho ou Horta Osório – na plateia, Durão Barroso defendeu a partilha de soberania no contexto europeu, porque “quando se cede soberania pode-se ganhar com a soberania dos outros”.

 

O contexto não é o mesmo, mas com o programa de ajustamento, Portugal tem vindo a tomar decisões de acordo com as instruções das três entidades internacionais que prestam assistência financeira ao País. Na mais recente revisão do memorando de entendimento, o FMI fez o diagnóstico e propôs a solução para um problema grave no controlo orçamental: o objectivo de não acumular pagamentos em atraso não foi cumprido e isso vai ter de acabar.

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21 Dez 2011 13:29
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Estátua com símbolo de euro em frente ao BCE em Frankfurt Fonte: Hannelore Foerster/Bloomberg
 

Foi isso mesmo que os bancos europeus fizeram esta manhã (e que os governos gostariam muito de fazer). Hoje mais de cinco centrenas de bancos pediram emprestado ao BCE uma quantidade recorde de dinheiro no primeiro de dois empréstimos a três anos: 489 mil milhões de euros, muito acima dos cerca de 300 mil milhões de esperados em média no mercado. "BCE inunda mercado", escreveu o El País, que antes já havia explicado como estes empréstimos do BCE baixaram os juros de curto prazo na periferia (em Espanha cairam de cerca de 5% para cerca de 2%) e como poderão reduzir o risco de liquidez na banca durante 2012 e 2013. Os economistas do Royal Bank of Scotland enviaram uma nota a clientes explicando a operação: 523 bancos pediram 489 mil milhões de euros, dos quais 61% servirão para refinanciar empréstimos de prazos mais curtos. Sobram 191 mil milhões de liquidez adicional. Para o RBS, a "questão chave" será saber se "esta nova liquidez de cerca de 200 mil milhões de euros será usada para comprar obrigações, emprestar dinheiro à economia ou para amortizar obrigações que chegam à maturidade". Da análise conclui-se que não esperam muito mais destas operações do que a garantia que não há um desastre bancário por falta de liquidez no sistema. Além disso estamos também a ler:

 

2) Em Inglaterra há unanimidade no banco central sobre a necessidade de continuar a comprar obrigações (Bloomberg)

 

3) A estratégia da Fed pode estar a funcionar (Bloomberg)

 

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20 Dez 2011 18:05
Colocado por: Pedro Santos Guerreiro
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Segurança numa praia chinesa em Sanya, Hainan Province, China onde se reuniram os líderes do BRIC em Abril de 2011 Fonte: Qilai Shen/Bloomberg

 

A proposta dos chineses da Three Gorges para comprar 21,35% da EDP incomodam muita gente. É natural: a empresa é do Estado chinês, que não é conhecido por ser respeitador de direitos humanos, nem ambientais – nem sequer da democracia, que não têm. Mas há outra razão, que é puramente económica: a Europa tem medo do poderio chinês, nomeadamente nas infra-estruturas estratégicas de energia. Daí que grande parte das críticas feitas à Three Gorges, que é o concorrente que põe mais dinheiro em cima da mesa pela EDP, tem pura e simplesmente a ver com um facto: são chineses.

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19 Dez 2011 17:24
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Ou melhor, provavelmente nunca existiu essa proeza da política económica que passa por gerar crescimento económico a partir da aplicação de receitas de forte austeridade orçamental. Muito defendida durante quase duas décadas, a ideia sofreu um forte revés há um ano com críticas do FMI. Recentemente, ao críticos juntou-se um nome de peso: Roberto Perotti, um dos promotores mais destacados das consolidações orçamentais expansionistas. O Negócios entrevistou-o para perceber porquê.

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19 Dez 2011 12:03
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Mário Draghi numa conferência em Frankfurt em novembro. Fonte: Hannelore Foerster/Bloomberg

 

"O BCE, como herdeiro do Bundesbank, considera que a compra de obrigações soberanas pelos bancos centrais é como dizer asneiras na igreja: pura e simplesmente não é feito". É assim que Willem Buiter, o agora economista-chefe do Citigroup, responde a Tom Keene, sobre porque é que o BCE ainda não actuou. O inspirado início da conversa a meio de Novembro segue depois uma análise da crise europeia e do potencial "default" grego, mas mais ou menos peloa minuto 5" o economista britânico avança uma proposta de intervenção do BCE no mercado de dívida sem criar pressões inflaccionistas (a entrevista em vídeo foi a 16 de Novembro). Ilian Mihov faz um resumo da proposta de Buiter, que passa essencialmente por usar os lucros do BCE (de senhoriagem) para financiar compras de dívida de países em dificuldades. Neste caso, não haveria impressão de moeda para financiar as compras. Draghi, numa entrevista publicada hoje, quebra o tabu e fala sobre uma desagregação do euro. Mais logo, às 15:30, vai ao Parlamento Europeu. Além disso estamos também a ler:  

 

2. A desalavancagem bancária no panorama europeu e os efeitos da dívida soberana, descrevem Stephen Kinsella e Vincent O'Sullivan (VoxEU.org)
 

 

3. Antonio Fatas descreve "um pacto europeu de instabilidade e estagnação" (Antonio Fatas e Ilian Mihov)

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15 Dez 2011 11:43
Colocado por: Pedro Romano
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O "não" britânico na cimeira europeia da última sexta-feira gerou algum celeuma nos principais meios de comunicação social. Em The british 'Non', Harold James passa em revista a relação atribulada do eixo franco-alemão com a economia britânica desde os primórdios da criação do Mecanismo Europeu de Taxas de Câmbio e explica por que é que a "retirada" de Cameron não deveria ser vista com estranheza. Além disto, também estamos a ler:

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14 Dez 2011 19:36
Colocado por: Pedro Romano
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A importância dos bancos enquanto mediadores de fluxos financeiros é bastante consensual. O sistema financeiro capta as poupanças dos agentes económicos com excedentes e canaliza-as para os agentes económicos com défices financeiros, garantindo aos primeiros que as suas poupanças poderão ser remuneradas com juros e aos segundos que os seus investimentos não serão travados por falta de capital. Mas estaremos a medir bem a importância deste serviço?

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14 Dez 2011 15:59
Colocado por: Rui Peres Jorge
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A inflação homóloga caiu para os 4% em Novembro. José Miguel Moreira, do Montepio, explica que são as classes dos transportes (inflação homóloga de 8,2%) e da habitação, electricidade (inflação homóloga de 10,5%) que continuam a puxar pelo aumento de preços. O economista aponta para que a inflação média de 2011 fique pelos 3,5% (valor, aliás, já atingido este mês), em linha com previsões da OCDE, Comissão Europeia e Governo.     

   

Nota do editor: No "Reacção dos Economistas" pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium BCP, BPI e NECEP (Universidade Católica), isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da "matéria-prima" com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor.  

 

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13 Dez 2011 19:37
Colocado por: Manuel Esteves
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Em entrevista ao Correio da Manhã, Passos Coelho explica a razão pela qual não abdicou do corte no subsídio de Natal de todos os trabalhadores portugueses. Explica o primeiro-ministro que “se não tivéssemos feito isso [aplicar uma sobretaxa ao subsídio de Natal] nem sequer nos tinham deixado utilizar os fundos de pensões para pagar o défice".

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13 Dez 2011 19:35
Colocado por: Pedro Romano
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A desigualdade pode não ter criado a Grande Recessão, mas pavimentou o terreno para que ela surgisse em 2007 e mergulhasse a economia mundial numa recessão prolongada. A teoria é de Michael Kumhof, o deputy director da modeling division do Departamento de Investigação do FMI, e Romain Ranciére, professor associado da Universidade de Paris e investigador do CEPR, que publicaram o 'paper' Inequality, Leverage and Crises. O estudo foi publicado em Novembro de 2010 mas os autores apresentaram recentemente uma versão resumida do estudo no site Vox.

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9 Dez 2011 14:56
Colocado por: Rui Peres Jorge
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A recessão no terceiro trimestre foi afinal pior que o esperado. José Miguel Moreira, do Montepio, analisa os dados revelados hoje pelo INE, nos quais destaca o desempenho das importações, que cresceram 2,4% em cadeia, apesar da contracção da procura interna.    

   

Nota do editor: No "Reacção dos Economistas" pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium BCP, BPI e NECEP (Universidade Católica), isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da "matéria-prima" com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor.  

 

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8 Dez 2011 7:00
Colocado por: António Larguesa
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Fonte: Nelson Ching/Bloomberg (Beijing, China)

 

Número de pedidos relativos a videovigilância em locais públicos que deram entrada na Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), entidade independente que o Governo pretende "esvaziar" de poderes num projecto de lei entregue no Parlamento. E que a Comissão e os especialistas consideram ser inconstitucional.

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7 Dez 2011 18:02
Colocado por: Rui Peres Jorge
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Olli Rhen, comissário europeu e Didier Reynders, ministro das Finanças belga, numa cerimónia de comemoração em Bruxelas da adesão da Estónia ao euro de Julho 2010. A Estónia é o 17º e mais recente membro da união monetária, o euro circula no país desde Janeiro deste ano. Fonte: Bloomberg
     

Nos tempos que correm, o jornalismo económico é empurrado para novos desafios na sua função de verificador: além de verificar a realidade como sempre lhe deve ser exigido, é lhe também pedido que verifique a plausabilidade de cenários futuros. Foi o que o Negócios tentou fazer hoje com o trabalho "E se Portugal saísse do euro?". A resposta é uma cenarização complexa e subjectiva. Ficam também muitas dúvidas por responder: umas porque não conseguimos ser claros e sintéticos, outras porque são impossíveis de antecipar. Para quem estiver interessado no tema, aqui ficam alguns dos elementos que usámos, incluindo as entrevistas a Ricardo Cabral, da Universidade da Madeira, Eric Dor, da Universidade Católica de Lille e Charles Wyplosz, director do Centro Internacional para Estudos Monetários e Financeiros de Genebra.

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7 Dez 2011 13:08
Colocado por: Elisabete Miranda
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Entre a literatura que já foi sendo produzida sobre o cenário de abandono do euro por parte de um dos seus membros, e que já aqui assinalámos, vale a pena ler o ensaio de Eric Dor, responsável pelo departamento de investigação da IESE School of Management, da Universidade Católica de Lille.

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7 Dez 2011 13:04
Colocado por: Elisabete Miranda
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É desta forma que Cândida Almeida, procuradora-geral Adjunta, explica hoje em entrevista ao Negócios porque é que não há uma correlação directa entre crises económico-financeiras e corrupção.

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6 Dez 2011 10:50
Colocado por: António Larguesa
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Fonte: Alexander Zemlianichenko Jr/Bloomberg News. 2009

 

O secretário da Comissão Eleitoral da Rússia mostrou-se perplexo com as declarações da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, que na véspera classificara as eleições legislativas russas como "nem livres nem justas".

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6 Dez 2011 8:15
Colocado por: Pedro Romano
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Fonte: Pedro Elias/Negócios 

 

A polémica em torno da suposta "folga orçamental" que os fundos de pensões da banca permitem ao Governo na gestão do Orçamento do Estado pode ser menos complicada do que parece.

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5 Dez 2011 13:35
Colocado por: Rui Peres Jorge
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O Estado vai encaixar cerca de seis mil milhões de euros naquela que é, de longe, a maior receita extraordinária da história: a transferência de fundos de pensões da banca confirmada na sexta-feira. Perante tamanha operação, o Governo pouco explicou sobre as suas diversas dimensões, divulgando informação avulso. Mas afinal o que já se sabe sobre a operação? Quando e para onde vai o dinheiro?

 

Impacto no défice orçamental de medidas extraordinárias desde 2000

 

 

Fonte: Banco de Portugal *O facto de existirem despesas extraordinárias (a vermelho) com impacto positivo no défice (2000, 2002, 2007, 2008), decorre de algumas receitas de capital, como vendas de concessões, serem inscritas em contas nacionais como "despesa negativa". Em 2010 é o único ano em que se registam medidas extraordinárias com impacto negativo significativo no défice (quase dois mil milhões): são o BPN e BPP.

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5 Dez 2011 11:53
Colocado por: Pedro Romano
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Será que o capitalismo vai resistir à crise financeira e económica? Esta é a pergunta que o economista Kenneth Rogoff faz na sua coluna de hoje do Project Syndicate - Is modern capitalism sustainable? O capitalismo, diz o antigo economista-chefe do FMI, produziu um crescimento fenomenal da riqueza durante os últimos dois séculos, mas à medida que as principais necessidades vão sendo satisfeitas, tornam-se mais óbvios os seus subprodutos nefastos: desigualdade, problemas ambientais, etc. Além disto, também estamos a ler:

 

2. Keep the IMF out of Europe, por Mario Blejer e Eduardo Levy Yeyati. Os economistas argentinos analisam a intervenção do Fundo na Europa e apontam os problemas que a opção levante. Nomeadamente, o precedente que abre ao fazer com que o Fundo entre com o dinheiro que a Alemanha não está disposta a usar (no Project Syndicate).

 

3. The question of the eurobonds, por Richard Posner. O economista explica o problema que a criação de obrigações levanta na Zona Euro e o jogo de interesses divergentes que não pára de adiar a sua concretização. What a mess!, é a conclusão.

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5 Dez 2011 11:50
Colocado por: Pedro Romano
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"So far, programs for the eurozone periphery have been spearheaded and largely financed by European governments, with the IMF contributing financially, but mainly acting as an external consultant – the third party that tells the client the nasty bits while everyone else in the room stares at their shoes".

 

Mario Blejer e Eduardo Levy, numa coluna assinada hoje no Project Syndicate.

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2 Dez 2011 10:42
Colocado por: Elisabete Miranda
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Para quem há menos de quatro meses ouviu o Governo a argumentar que os juros e os dividendos não podiam ser sujeitos à “sobretaxa extraordinária de IRS” que vai ser cobrada sobre os rendimentos deste ano, sob pena de se espantar o investimento e de se ameaçar a poupança nacional, a decisão anunciada esta semana de subir as taxas liberatórias sobre esses mesmos rendimentos é intrigante.

 

 

Créditos: Miguel Baltazar/Negócios 

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1 Dez 2011 8:30
Colocado por: Pedro Romano
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A "desvalorização real" por que as economias da periferia estão a passar tem conduzido a resultados substancialmente diferentes consoante os casos. Se na Grécia a pressão exercida pelo desemprego galopante não parece suficiente para reduzir os salários (e preços internos), na Irlanda o processo foi rápido e robusto. Em apenas três anos, a economia irlandesa reduziu em cerca de 12% os seus Custos Unitários do Trabalho (CUT) e parece ter readquirido a competitividade externa suficiente para voltar a crescer. O contraste entre as duas situações salta à vista.

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  • Frente a Frente

     

    Deve Portugal reestruturar a sua dívida pública?

     

    Acabou o Frente-a-Frente: os leitores do Negócios dividiram-se pela metade: entre os 1143 votos, 50,5% foram favoráveis à reestruturação defendida por Ricardo Cabral, e 49,5% opuseram-se a tal solução, alinhando com Pedro Rodrigues.
     

    Só no massa monetária, os argumentos foram consultados mais de duas mil vezes, e entre blogue e edição online os leitores ofereceram quase cinco dezenas de comentários. O Massa Monetária agradece aos convidados e a todos os leitores o empenho e os contributos para o debate e a reflexão.

     

    Até breve num outro Frente-a-Frente

 

Caderno de Encargos

O “massa monetária” é um espaço de análise de Economia e políticas públicas. Esta é mais uma porta de relacionamento com os nossos leitores, a qual será construída de reflexões e comentários dos jornalistas da casa e da comunidade Negócios. Todos são bem vindos ao debate construtivo.

 

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