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Hoje há... bom senso
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| 16 maio de 2012 | 02:02 |
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Colocado por: PRSoares
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Da série "Hoje há", a escolha recaiu naturalmente na decisão da FPF em rejeitar o alargamento da I Liga. Houve, ao menos, o bom senso de impedir, com ou sem "playoff"*, uma aberração - e nunca é demais repetir este adjectivo quando se trata de qualificar o "projecto" de alguns, não todos, integrantes da Liga de Clubes.
O mais curioso, para não usar outra expressão, é que a ironia de todo este lamentável episódio não está nas figuras de alguns figurões, nas tentativas de pressão/cisão/paragem de campeonatos e tontices similares. O factor irónico é outro: olhando para a situação actual dos 32 clubes ditos profissionais que terminaram os respectivos campeonatos, talvez uma vintena deles esteja hoje em condições objectivas de começar outra temporada com o mesmo estatuto. E se houver apenas esses 20 (esta é perspectiva optimista) então... temos alargamento. Apenas uma divisão... profissional.
É coisa de ficção científica? Talvez. Mas a Liga, que queria mais clubes profissionais no principal escalão, tem de ser milimetricamente rigorosa na avaliação das "candidaturas". Chumbando todas as que não responderem objectivamente ao que é exigido. Em conversa simples: sem divídas ao fisco e a jogadores e com um plano de negócio sustentável, daqueles onde o dinheiro para salários não dure apenas de setembro a dezembro.
Pensando bem, devia retirar aquele "talvez" que está ali no parágrafo anterior. Só na ficção científica tal aconteceria. A realidade é diferente. Patética, dramática, até.
*ainda bem que esta história acabou, também para acabar de uma vez por todas com a ignorância de muita gente sobre o método que levaria ao alargamento. Uma liguilha, como por tolice e incompetência foi por aí escrito e verbalizado, é um mini campeonato em que todos (neste caso 4) jogam entre si. O que estava previsto era um "playoff": 2 jogos por clube com o mesmo adversário, casa e fora. Mas isto, claro, é um pormenor.
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Bombo da festa (2 - A Lista)
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| 15 maio de 2012 | 01:01 |
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Colocado por: PRSoares
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Conhecida a lista dos 23 jogadores que vão ao Euro'12 pode concluir-se que a selecção avança apenas com um defesa-esquerdo. Pois, também lá está Miguel...
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Hoje há... banalidades
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| 11 maio de 2012 | 01:01 |
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Colocado por: PRSoares
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Da série "Hoje há", a escolha recaiu em algumas banalidades que até podem merecer outra classificação. Vejamos: () No V.Guimarães a direcção...
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Funeral à Benfica
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| 10 maio de 2012 | 16:16 |
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Colocado por: PRSoares
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O ridículo mata. Pensava que já tinha visto muita coisa, mas faltava ainda esta aberração "A Servilusa e o Sport Lisboa e Benfica assinaram uma parceria que vai permitir...
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Aqui vai escrever-se em português. De Portugal, onde ele, o português, de facto nasceu. Não há, por isso, acordos ortográficos. Mas haverá factos. E opinião. Sem complacência. Esperem também coisas ligeiramente idiotas e outras manifestamente patetas. Os temas? “The world is my oyster”.
Na primeira metade dos idos 80, o arremedo de carreira de DJ no Algarve excedeu todas as expectativas. Haverá melhor trabalho nas férias grandes e… pequenas? Depois foi a rádio, ao vivo e a cores, nas fantásticas emissões do Estúdio Móvel do Espaço 3P em qualquer praça de Lisboa e arredores. Na Faculdade de Letras da Universidade Clássica, entre outras utilidades, leu e discutiu a “fancy” de origem alucinogénea dos românticos ingleses do século 19. Foi no primeiro curso de formação profissional de jornalistas promovido pela TSF (maio a dezembro de 87) que ouviu a dr.ª Luísa Homénio, linguista com especialização em expressão oral, dizer: “Você não tem voz de FM”. Natural, para quem nasceu em Grândola Vila Morena, em 62, e é algarvio com sotaque desde esse mesmo ano por adopção da cidade de Lagoa. As passagens pelo departamento de desporto da TSF no ano de estreia; RádioGest; “Jornal do Comércio”; semanário de espectáculos “Êxito” e, imagine-se, pouco mais de um mês em “O Jogo”, foram etapas num caminho profissional que mantém o mesmo rumo desde fevereiro de 1987, quando entrou no Record: jornalista em permanente inquietação no melhor desportivo de Portugal.
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