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Mundial de atletismo (síndrome de Down) em Angra
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| 08 maio de 2012 | 00:07 |
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Colocado por: Joaquim Semeano
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Já faltam poucos dias para a cidade açoreana de Angra do Heroísmo receber um dos acontecimentos desportivos do ano no arquipélago: o 2.º Campeonato do Mundo de Atletismo IAADS, para atletas com síndrome de Down. Entre 15 e 21 de maio, representações de 24 países vão mostrar como se trabalha no desporto adaptado. Portugal estará representado por um total de 15 atletas, a saber:
Jennifer Nogueira, João Machado, Luís Gonçalves, Nélson Silva, Susana Castro, Helena Soares, Milene Patrocínio, Bruno Leitão, Rui Sousa, Elsa Taborda, João Gregório, Paulo Henriques, Francisco Gouveia, Ricardo Pires e Maria João Silva. Hugo Silva chefia a delegação, composta ainda pelo selecionador nacional José Costa Pereira, pelos coordenadores técnicos Rui Alecrim e Egídio Bernardes, pelos treinadores Anita Costa, Carla Tomás, Joana Agostinho e Maria Manuela Machado, e pela técnica auxiliar desportiva Ana Paula Fonseca.
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ARCIL-Lousã vence basquetebol ANDDI
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| 07 maio de 2012 | 23:59 |
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Colocado por: Joaquim Semeano
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O ARCIL-Lousã venceu no passado domingo o Campeonato de Portugal de Basquetebol organizado pela ANDDI (para atletas com deficiência intelectual), ao vencer na final o Clube Gaia por 49-40...
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Os verdadeiros campeões são aqueles que das fraquezas fazem forças: os deficientes intelectuais que ganharam o campeonato europeu; os surdolímpicos que várias medalhas conquistaram nos últimos jogos; os deficientes motores que não se resignam à imobilidade com que o destino os quis prender. Estas são minorias de grandes, enormíssimos campeões. Outras minorias são dirigentes e atletas exemplos de carolice e dedicação em prol do desporto, uma atividade fundamental na formação pessoal e no desenvolvimento social de qualquer comunidade. É de todos estes campeões, que ganham troféus longe das luzes da ribalta, que me proponho falar.
Jornalista profissional desde 1988 – antes, algumas aventuras, com total entusiasmo, de âmbito regional --, Joaquim Semeano aprendeu, ao longo dos anos, a estabelecer a diferença entre os dois grandes universos da atividade de um jornal desportivo: o desporto na sua vertente profissional e a prática da atividade física como uma necessidade sócio-cultural. Desta aprendizagem resultou um interesse cada vez maior pela base da pirâmide, onde tudo começa. E a admiração pelos heróis esquecidos, que não têm a cor de um clube ou de uma marca, mas são verdadeiros exemplos de humanismo.
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