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As transferências de David Luiz, em janeiro, e Di María, no verão passado, renderam aos cofres encarnados verbas avultadas, como nunca se viu na Luz. Coentrão, formado no Rio Ave, é uma joia que a SAD quer rentabilizar ao máximo. Gaitán e Jara, chegados esta temporada à Europa, começam a mostrar-se. Salvio, cedido pelo At. Madrid, está a ser “trabalhado”, sem que se saiba quem tirará proveito da evolução que tem mostrado. Os resultados, desportivos e financeiros, mostram que a aposta em jovens com talento é acertada. No entanto, o Benfica continua dependente dos futebolistas que outros clubes lançam. Quando olhar para dentro, para a sua formação, e perder o medo de arriscar, o Benfica poderá tornar-se autossuficiente.
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