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Palavra de Deus: "Messi caminha para ser o melhor de sempre"
07 Abril de 2010 | 19:25
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Pronto, agora é mesmo Deus, em pessoa, a admitir o impensável: "Só é possível ter a certeza disso quando Messi terminar a carreira, mas, sim, está no caminho correto para ser o melhor jogador de todos os tempos", declarou Diego Armando Maradona, o próprio, no programa "Perro de la Calle", da Radio Metro. O selecionador argentino afirmou ainda aquilo que o próprio Messi havia dito recentemente: que lhe falta ganhar um Mundial. "Se Leo ganhar for campeão do mundo então converte-se de imediato no melhor de sempre. Ficarei muito feliz se isso acontecer." Maradona falou também do sistema de jogo que poderá apresentar na África do Sul: "Na qualificação apostei no 4-2-3-1, com Mascherano, Verón, Di María, Messi, Tevez e Higuaín. Este é o sistema que tenho na cabeça, mas se for necessário, e em função do adversário, podemos jogar de outra forma." Por fim, Diego reconheceu o mérito de Guardiola, mas confessou que o seu preferido é outro: "Pep ganha tudo e tem um mérito enorme, mas Mourinho é o mais completo, é o chefe." Oh, Diego, estavas a ir tão bem...
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"Ser adepto do Barcelona vai muito para além do puramente desportivo. É o sentimento de raízes, de valores e da identidade de um país: a Catalunha." (José Carreras). Pode ser que sim, mas ser adepto do Barcelona é, também, ter a possibilidade de escolher a perfeição. Adoptar o compromisso. Fechar os olhos e sonhar. Bem-vindo a este espaço de reflexão sobre a história e a actualidade do clube mais fascinante do Mundo, que tem e promete continuar a ter a marca UNICEF estampada nas camisolas. Campo Novo é a casa dos melhores: César, Helenio Herrera, Kubala, Ramallets, Kocsis, Luis Suárez, Rinus Michels, Udo Lattek, César Luis Menotti, Johan Cruyff, Migueli, Bobby Robson, Van Gaal, Frank Rijkaard, Josep Guardiola, Neeskens, Zubizarreta, Schuster, Koeman, Laudrup, Stoichkov, Hagi, Romário, Ronaldo, Rivaldo, Figo, Ronaldinho Gaúcho, Valdés, Puyol, Xavi, Iniesta ou Daniel Alves. Cabem lá todos. Até Deus passou por ali entre 1982 e 84. Chamavam-lhe era Diego. Um dia, porém, tudo mudou. A nave aterrou, abriu-se a porta e Messi saiu de lá. Para jogar um desporto parecido com futebol. Nada voltaria a ser como dantes. A nave continua aí. Quando tudo isto acabar, ele há-de regressar para o planeta a que pertence.
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