|
A chave do problema
06 Março de 2013 | 11:00
|
| |
|
|
|
|

É absolutamente indispensável que Xavi apareça a 100% no jogo com o AC Milan, na terça-feira. Da recuperação total do médio depende muito o sucesso do Barcelona nessa noite que se pretende épica, de reviravolta. Contra dois muros que o adversário vai colocar à entrada da sua área (talvez um desses muros fique mesmo dentro da área!), vai ser necessária muita paciência (Xavi tem como ninguém), muita circulação de bola (Xavi faz como ninguém) e muita criação de espaços (Xavi consegue como ninguém). Thiago é uma ótima solução para substituir Xavi na função. Iniesta igualmente e até Fàbregas pode assumir esse papel. Mas nenhum deles reúne essas três condições que o Barcelona vai precisar na construção ofensiva. Sem Xavi, a missão será quase impossível. E neste sábado, contra o Corunha, é obrigatório fazer descansar pelo menos meia equipa. Até Messi, desta vez, poderia ficar reservado para a Champions. Contra o Corunha, eu apostava neste onze: Pinto; Montoya; Bartra, Mascherano e Adriano; Song, Thiago e Fàbregas; Alexis, Villa e Tello. Tem de ser.
|
| |
|
| |
Comentários
|
|
|
|

"Ser adepto do Barcelona vai muito para além do puramente desportivo. É o sentimento de raízes, de valores e da identidade de um país: a Catalunha." (José Carreras). Pode ser que sim, mas ser adepto do Barcelona é, também, ter a possibilidade de escolher a perfeição. Adoptar o compromisso. Fechar os olhos e sonhar. Bem-vindo a este espaço de reflexão sobre a história e a actualidade do clube mais fascinante do Mundo, que tem e promete continuar a ter a marca UNICEF estampada nas camisolas. Campo Novo é a casa dos melhores: César, Helenio Herrera, Kubala, Ramallets, Kocsis, Luis Suárez, Rinus Michels, Udo Lattek, César Luis Menotti, Johan Cruyff, Migueli, Bobby Robson, Van Gaal, Frank Rijkaard, Josep Guardiola, Neeskens, Zubizarreta, Schuster, Koeman, Laudrup, Stoichkov, Hagi, Romário, Ronaldo, Rivaldo, Figo, Ronaldinho Gaúcho, Valdés, Puyol, Xavi, Iniesta ou Daniel Alves. Cabem lá todos. Até Deus passou por ali entre 1982 e 84. Chamavam-lhe era Diego. Um dia, porém, tudo mudou. A nave aterrou, abriu-se a porta e Messi saiu de lá. Para jogar um desporto parecido com futebol. Nada voltaria a ser como dantes. A nave continua aí. Quando tudo isto acabar, ele há-de regressar para o planeta a que pertence.
|