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MEDALHAS-1
11 Fevereiro de 2010 | 12:36
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Mariano González
OURO. De patinho feio a capitão e goleador foi num ápice. O argentino parece outro, é aposta forte de Jesualdo Ferreira após a lesão de Rodríguez e ontem carimbou a passagem à final da Taça da Liga. Tem altos e baixos, é um facto, mas merece esta medalha.
David luiz
PRATA. Chegou como diamante por lapidar e cresceu até se tornar um gigante. Hoje está na agenda dos grandes da Europa e agora motiva o "ataque" de Manchester United e Real Madrid. Seja qual for o resultado do "combate", é merecido e sairá a ganhar.
Hermínio Loureiro
BRONZE. A notícia que Laurentino Dias deu de que vai haver legislação para os jogos de apostas online é boa para o futebol e é também uma vitória do presidente da Liga que muito trabalhou nesse sentido. Abre-se mais uma porta para a recandidatura de Hermínio.
Carlos Carvalhal
LATA. Tem 13 pontos em 24 possíveis, pegou na equipa a 11 do líder e está a 19, dobrou a distância para o FC Porto, tem 6 derrotas averbadas contra duas de Bento, com menos um jogo realizado, e se ninguém lhe pedia o título, escusava de ter sido eliminado das Taças.
Textos publicados na edição impressa de "Record" de 11 de fevereiro de 2010
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Um espaço para reflexões, crónicas, desabafos, recados, trocadilhos, piropos e tudo que me der na real gana. Onde se vai falar de desporto, música, cinema ou apenas da vida. Real.
Bernardo Ribeiro, formado em jornalismo pelo CENJOR e com frequência do curso de Comunicação Social da Universidade Católica, entrou como estagiário para o Record em 1992, com 20 anos, ficando um pouco mais de dois, nas secções de Internacional, Futebol e Modalidades. Antes colaborou com o semanário "Sete", com textos na área musical e estagiou nas rádios Antena1 e Minuto. Em 1994 integrou a secção Sporting do diário "O Jogo", onde permaneceu mais dois anos até regressar ao Record, também para fazer parte da editoria Sporting. O lançamento do diário "24 Horas", em 1998, e a hipótese de fazer parte de uma equipa que arrancava com um jornal do zero levaram-no à primeira redação do jornal fundado por José Rocha Vieira. Foi editor de Desporto e mais tarde subchefe de redação até à saída para "A Bola", em 2001, jornal em que desempenhou funções de editor durante dois anos. Um novo convite, em 2003, fê-lo voltar ao Record pela terceira vez, então para ocupar o cargo de chefe de redação, tendo passado a integrar a direção no início de 2008.
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