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GRANDES NABOS
01 Março de 2010 | 11:48
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Meus caros, confirma-se, temos tanto jeito para isto como o Luís Campos para evitar descidas de divisão. Não é por nada, mas em cinco versões do TOTORIBEIRO, ainda não houve uma alminha que conseguisse acertar no resultado certo. O que é isto nos diz? Que somos um grandes nabos, é mesmo. Um pouco mais a sério, voltou a verificar-se um falhanço geral. E se isto fosse o Euromilhões, o prémio estaria gordo, gordo, ainda mais que o dono do blog. (In)Felizmente não é. Teremos outras oportunidades.
Um abraço a todos e obrigado pela participação. Vocês têm animado os meus dias. Se bem que ainda vamos ficar conhecidos como os "tudo ao lado". Mas há coisas piores...
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Um espaço para reflexões, crónicas, desabafos, recados, trocadilhos, piropos e tudo que me der na real gana. Onde se vai falar de desporto, música, cinema ou apenas da vida. Real.
Bernardo Ribeiro, formado em jornalismo pelo CENJOR e com frequência do curso de Comunicação Social da Universidade Católica, entrou como estagiário para o Record em 1992, com 20 anos, ficando um pouco mais de dois, nas secções de Internacional, Futebol e Modalidades. Antes colaborou com o semanário "Sete", com textos na área musical e estagiou nas rádios Antena1 e Minuto. Em 1994 integrou a secção Sporting do diário "O Jogo", onde permaneceu mais dois anos até regressar ao Record, também para fazer parte da editoria Sporting. O lançamento do diário "24 Horas", em 1998, e a hipótese de fazer parte de uma equipa que arrancava com um jornal do zero levaram-no à primeira redação do jornal fundado por José Rocha Vieira. Foi editor de Desporto e mais tarde subchefe de redação até à saída para "A Bola", em 2001, jornal em que desempenhou funções de editor durante dois anos. Um novo convite, em 2003, fê-lo voltar ao Record pela terceira vez, então para ocupar o cargo de chefe de redação, tendo passado a integrar a direção no início de 2008.
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