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Uma medida lamentável
18 Março de 2010 | 00:37
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Escrevo poucas vezes sobre política por aqui. Tento até manter-me afastado do que é hoje um ninho de vespas, tantas vezes sem sentido e tão afastado das necessidades reais dos portugueses. Mas custa-me ver que o maior partido da oposição é actualmente de uma inabilidade política tal que consegue aprovar uma medida mesmo no final de festa que vem contra tudo aquilo que vem defendendo nos últimos meses. Não bastava já ter gasto tempo e dinheiro num congresso sem qualquer finalidade visível e por isso sem sentido, o PSD conseguiu ainda borrar a pintura e virar, uma vez mais, o discurso da asfixia democrática contra si, aplicando-o (a votos, veja-se o ridículo da coisa) na própria casa. Às vezes pergunto-me se tanta ausência de capacidade política será apenas incompetência ou se os tentáculos que os “laranjinhas” atribuem a José Sócrates serão tão poderosos que há já elementos cor-de-rosa a dar ideias tão tristes à oposição. Que coisa lamentável.
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Um espaço para reflexões, crónicas, desabafos, recados, trocadilhos, piropos e tudo que me der na real gana. Onde se vai falar de desporto, música, cinema ou apenas da vida. Real.
Bernardo Ribeiro, formado em jornalismo pelo CENJOR e com frequência do curso de Comunicação Social da Universidade Católica, entrou como estagiário para o Record em 1992, com 20 anos, ficando um pouco mais de dois, nas secções de Internacional, Futebol e Modalidades. Antes colaborou com o semanário "Sete", com textos na área musical e estagiou nas rádios Antena1 e Minuto. Em 1994 integrou a secção Sporting do diário "O Jogo", onde permaneceu mais dois anos até regressar ao Record, também para fazer parte da editoria Sporting. O lançamento do diário "24 Horas", em 1998, e a hipótese de fazer parte de uma equipa que arrancava com um jornal do zero levaram-no à primeira redação do jornal fundado por José Rocha Vieira. Foi editor de Desporto e mais tarde subchefe de redação até à saída para "A Bola", em 2001, jornal em que desempenhou funções de editor durante dois anos. Um novo convite, em 2003, fê-lo voltar ao Record pela terceira vez, então para ocupar o cargo de chefe de redação, tendo passado a integrar a direção no início de 2008.
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