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Regresso incrível
28 Março de 2010 | 23:41
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Só o nega quem não quer ver. A clubite assim obriga, provavelmente. E nem era preciso o regresso de Hulk ser tão categórico como foi hoje, no Restelo, onde marcou e deu a marcar, para além de ter deixado mais duas ou três pinceladas de uma classe que lhe querem retirar. É tão óbvio que Hulk fez falta ao FC Porto e que o castigo falseou a verdade desportiva, como o facto de o Benfica ser um legítimo líder e não ter culpa da incompetência dos organismos que gerem o futebol português. E negar uma coisa tão evidente serve para quê?
Está de volta um dos grandes jogadores da liga portuguesa. Os que gostam de futebol festejam. Os outros... os outros não moram aqui.
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Um espaço para reflexões, crónicas, desabafos, recados, trocadilhos, piropos e tudo que me der na real gana. Onde se vai falar de desporto, música, cinema ou apenas da vida. Real.
Bernardo Ribeiro, formado em jornalismo pelo CENJOR e com frequência do curso de Comunicação Social da Universidade Católica, entrou como estagiário para o Record em 1992, com 20 anos, ficando um pouco mais de dois, nas secções de Internacional, Futebol e Modalidades. Antes colaborou com o semanário "Sete", com textos na área musical e estagiou nas rádios Antena1 e Minuto. Em 1994 integrou a secção Sporting do diário "O Jogo", onde permaneceu mais dois anos até regressar ao Record, também para fazer parte da editoria Sporting. O lançamento do diário "24 Horas", em 1998, e a hipótese de fazer parte de uma equipa que arrancava com um jornal do zero levaram-no à primeira redação do jornal fundado por José Rocha Vieira. Foi editor de Desporto e mais tarde subchefe de redação até à saída para "A Bola", em 2001, jornal em que desempenhou funções de editor durante dois anos. Um novo convite, em 2003, fê-lo voltar ao Record pela terceira vez, então para ocupar o cargo de chefe de redação, tendo passado a integrar a direção no início de 2008.
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