Debate Record
15 Outubro de 2010 | 13:32
Colocado por: BRibeiro1972
 

A Sérvia deve ser excluída da fase
de qualificação para o Euro’2012?

Infelizmente, os estádios de futebol continuam a ser palcos para a resolução de conflitos políticos entre países, ou para manifestar o descontentamento em relação a situações que não dizem respeito ao que se passa no relvado. Situações como esta são cada vez mais raras, mas desta os fanáticos sérvios ultrapassaram todos os limites. Uma punição exemplar seria a medida adequada. Pelo menos para fazer o país pensar.

MIGUEL PEDRO VIEIRA, editor

A resposta que nos vem à cabeça é claramente sim. Mas os energúmenos que causaram os distúrbios que levaram ao fim do Itália-Sérvia são criminosos com uma agenda muito além do futebol. Um grupo paramilitar com ramificações conhecidas à extrema direita, que deseja o isolamento do país e a proibição da entrada da república na Comunidade Europeia. Afastar os sérvios do Euro seria dar a vitória às bestas negras. E isso não.

BERNARDO RIBEIRO, subdiretor

 
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Comentários

# Gonçalo Ribeiro disse em 15-10-2010 às 14h03

Gonçalo Ribeiro, Sub....Qualquer Coisa

Penso que para já não se devia optar pela exclusão. O que aconteceu foi bastante grave, mas parece-me que a resposta das autoridades policiais não foi a mais adequada. Tanto do lado Sérvio, que deixou que os adeptos viajassem para Itália, como da parte dos italianos que deixaram os adeptos fazer o que lhe apetecia, inclusive levar 1 alicate para dentro do estádio.

Se o problema são os adeptos, então é esse o problema que devem resolver. Desde a prisão como a impossibilidade de viajar para fora da Sérvia.

# julio moreira disse em 15-10-2010 às 14h12

Bernardo estou de acordo contigo. É seguramente possivel, identificar os causadores dos disturbios. Choça com eles. Já aqui há dias disse o mesmo em relação á violencia em Portugal. Óbvio que presumo que na Itália, País onde causaram os disturbios, não suceda como em Portugal, em que no outro dia da já estão na rua. Isso é que não pode suceder, para que a pena seja exemplar

# PMRS disse em 15-10-2010 às 15h03

Boa tarde Bernardo,

Concordo consigo, não só porque seria uma atitude derrotista para os que amam o futebol, como refere, mas também porque acredito que os Sérvios, pessoas pacatas e de família que no fundo apenas desejam viver a sua vida e vibrar com a sua equipa, não devem ser penalizados pela situação. Nenhuma equipa de futebol estaria ali a representar atitudes daquelas nem concerteza pactuará com as mesmas. Mais que penalizar a equipa Sérvia o futebol deve dar a mão aos Sérvios mostrando solidariedade e apoio que ajudem a erradicar o problema!

Um Abraço!

# c.lemos disse em 16-10-2010 às 02h25

Depois das tristes imagens que o mundo presenciou do protagonismo selvagem dos que não aceitam 'as regras da democracia', só falta agora que os defensores dos direitos do homem considerem 'estes animais' dignos de protecção...

Sinseramente, casos como este em que considero estar para além de todo o contexto civilizacional, sou de opinião que deveria esta gente merecer um 'Tratamento Especial' de forma a nunca mais terem vontade em repetir a gracinha!...

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Sobre este Blog

Um espaço para reflexões, crónicas, desabafos, recados, trocadilhos, piropos e tudo que me der na real gana. Onde se vai falar de desporto, música, cinema ou apenas da vida. Real.

Autor

» Lado B
por Bernardo Ribeiro

Bernardo Ribeiro, formado em jornalismo pelo CENJOR e com frequência do curso de Comunicação Social da Universidade Católica, entrou como estagiário para o Record em 1992, com 20 anos, ficando um pouco mais de dois, nas secções de Internacional, Futebol e Modalidades. Antes colaborou com o semanário "Sete", com textos na área musical e estagiou nas rádios Antena1 e Minuto. Em 1994 integrou a secção Sporting do diário "O Jogo", onde permaneceu mais dois anos até regressar ao Record, também para fazer parte da editoria Sporting. O lançamento do diário "24 Horas", em 1998, e a hipótese de fazer parte de uma equipa que arrancava com um jornal do zero levaram-no à primeira redação do jornal fundado por José Rocha Vieira. Foi editor de Desporto e mais tarde subchefe de redação até à saída para "A Bola", em 2001, jornal em que desempenhou funções de editor durante dois anos. Um novo convite, em 2003, fê-lo voltar ao Record pela terceira vez.

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