|
O guarda-redes que Jesus quer
07 Junho de 2010 | 17:38
|
| |
|
|
|
|

O Benfica está no mercado à procura de um guarda-redes de valor indiscutível mas a tarefa dos encarnados não está fácil. Isto porque entre aquilo que Jorge Jesus quer e aquilo que Luís Filipe Vieira está disposto a dar (e a gastar) vai uma diferença significativa. O técnico benfiquista quer um guardião de elevado porte atlético, já que na sua concepção um guarda-redes tem que ter uma postura intimidatória e basta lembrar as críticas de JJ ao agora portista Beto por não ser um jogador alto. Uma das primeiras opções foi Eduardo mas o facto de António Salvador não baixar a fasquia dos 4 milhões levou o Benfica a desistir e a desmentir qualquer interesse. Victor, do Grémio, foi outra opção mas a exclusão do lote de eleitos de Dunga para o Mundial’2010 “rebentou” psicologicamente com o goleiro canarinho que queria ganhar 1,5 milhões limpos por ano. Romero interessa e Jesus gosta mas a SAD encarnada recusa gastar 6 milhões num guarda-redes mesmo que este dê pontos como é intenção do treinador. Com tudo isto, há quem diga nos corredores da Luz que o tão desejado guarda-redes ainda por muito bem ser... Quim. Apenas uma brincadeira pelo menos no entender de Jesus que não quer ver o veterano guarda-redes continuar nem "pintado" de reforço.
|
| |
|
| |
Comentários
|
|
|
|
Por aqui o mercado de transferências não tem data de encerramento e haverá movimentações 24 horas por dia. Jogadores, valores emergentes em Portugal e no Mundo, contratações, interesses, rumores e o dinheiro que está em jogo num futebol cada vez mais industrializado onde há muito deixou de prevalecer o amor à camisola. Um espaço de discussão e ideias onde haverá sempre lugar ao contraditório.
 |
 |
 |
|
» Mercado Aberto por João Rui Rodrigues
Jornalista desde 1995, iniciou a carreira profissional aos 19 anos no Jornal do Barreiro, acumulando trabalhos na área do Desporto com a frequência do curso superior de Comunicação e Jornalismo. Seguiu-se o ingresso no diário desportivo O Jogo em 1997, onde começou a dar sequência à paixão pelo mercado de transferências. Um ano e meio mais tarde aceitaria o convite do Record onde permaneceu dois anos. Voltaria em 2002, com passagens pela revista FutebolMania (chefe de redacção) e pelo diário 24 horas (editor). Actualmente é editor-chefe do Record
.
|
|

|
|