Clube de Gaia domina Grande Prémio dos Reis da ANDDI
08 Janeiro de 2012 | 16:44
Colocado por: Joaquim Semeano
 

Falando-se de reis no desporto adaptado, é forçoso referir o extraordiário trabalho do Clube de Gaia: não deixou os seus créditos por méritos alheios e na 19.ª edição do Grande Prémio dos Reis, realizado neste sábado em Matosinhos, venceu nos sectores masculino (Domingos Oliveira) e feminino (Raquel Cerqueira). A prova é já um clássico do desporto adaptado em Portugal, sob a organização da ANDDI (Associação de Desporto por Deficientes Intelectuais). Realiza-se desde 1994 (a primeira edição foi na Covilhã) mas desde 1996 fixou-se em Matosinhos. Além do grande prémio de atletismo, realizaram-se ainda, no sábado, mais oito provas de corrida e uma caminhada, para atletas com outros níveis de deficiência intelectual, síndrome de Down e problemas locomotores associados. Paralelamente, decorreu ainda a terceira prova do Circuito de Actividade de Orientação Adaptada, destinada a pessoas com deficiência intelectual e respectivos técnicos acompanhantes, que decorreu de uma parceria com o Grupo Desportivo dos Quatro Caminhos e teve o apoio da Federação Portuguesa de Orientação.

 
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Sobre este Blog

Os verdadeiros campeões são aqueles que das fraquezas fazem forças: os deficientes intelectuais que ganharam o campeonato europeu; os surdolímpicos que várias medalhas conquistaram nos últimos jogos; os deficientes motores que não se resignam à imobilidade com que o destino os quis prender. Estas são minorias de grandes, enormíssimos campeões. Outras minorias são dirigentes e atletas exemplos de carolice e dedicação em prol do desporto, uma atividade fundamental na formação pessoal e no desenvolvimento social de qualquer comunidade. É de todos estes campeões, que ganham troféus longe das luzes da ribalta, que me proponho falar.

Autor

» Minorias
por Joaquim Semeano

Jornalista profissional desde 1988 – antes, algumas aventuras, com total entusiasmo, de âmbito regional --, Joaquim Semeano aprendeu, ao longo dos anos, a estabelecer a diferença entre os dois grandes universos da atividade de um jornal desportivo: o desporto na sua vertente profissional e a prática da atividade física como uma necessidade sócio-cultural. Desta aprendizagem resultou um interesse cada vez maior pela base da pirâmide, onde tudo começa. E a admiração pelos heróis esquecidos, que não têm a cor de um clube ou de uma marca, mas são verdadeiros exemplos de humanismo.

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