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O preço da vaidade de Carvalhal
24 Fevereiro de 2010 | 16:48
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Tanto tempo e tão pouco. Ainda há poucas semanas se incensavam as 7 vitórias consecutivas do Sporting "by Carlos Carvalhal" e já hoje se fazem prognósticos sobre o dia da saída do treinador. Se amanhã, se segunda-feira, se no final da época. Carvalhal não resistiu ao apelo do "vale mais ser general uns meses, do que soldado toda a vida" e joga a oportunidade da carreira à frente do Sporting numa eliminatória da Liga Europa, com todas as outras competições perdidas. Carvalhal cedeu à emoção do convite que a razão lhe mandava recusar - atitude tomada por Villas Boas - e avançou para ser um herói que a história recente rapidamente condenou ao fracasso anunciado. E Bettencourt, que não é aquele gestor que se imaginava que fosse, chegado o dia, falará da falta de sorte, "é futebol", que afetou o "dr. Carlos Carvalhal". Por que preço aceitou Carvalhal este papel? Terá sido apenas pela vaidade vã e falsa? Pobre dr.!
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A revisão da semana agora feita no contrasenso do dia a dia. Estilos, hábitos e manias da sociedade global vistos com óculos graduados.
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